Segundo o relatório do Fundo da ONU para a Infância (Unicef) “Registo de Nascimento para Cada Criança até 2030: Estamos Alinhados”, hoje divulgado, desde 2017 foi possível registar mais de 50.000 crianças devido à “integração gradual dos serviços de registo de nascimento nas estruturas de saúde, com o apoio da Unicef e do Fundo da ONU para a Consolidação da Paz”.

O documento, divulgado no âmbito do 73.º aniversário daquela organização, refere também que atualmente 20 unidades de registo de nascimento estão operacionais em todos os hospitais nacionais e regionais e em alguns centros de saúde de país.

Ao mesmo tempo, segundo o documento, têm decorrido iniciativas de registo nas comunidades.

“No entanto, é necessário que estes esforços continuem a fortalecer a colaboração com outros setores do Governo, sobretudo o da educação, e que abordem os desafios que continuam a dificultar o registo de crianças após o seu nascimento, especialmente o facto de muitas famílias residirem em área rurais e remotas, onde os serviços não funcionam”, salienta-se no relatório.

A Guiné-Bissau é um dos países da África subsaariana com uma das mais baixas taxas de registo de nascimento, cerca de 24%, segundo a Unicef.

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