“O estádio tem lugares limitados e nós estamos a trabalhar em função do máximo, mas há exigências de segurança. Estamos a trabalhar com o número de 60 mil, mas pode ser que haja 90 mil”, referiu António Juliasse em conferência de imprensa, em Maputo.

Assim, além do interior do estádio, que na manhã de sexta-feira, dia 06, será transformado num “templo de oração” com um altar, a missa vai “prolongar -se para o lado de fora”.

O prolongamento inclui tendas, telas de projeção da cerimónia no interior e nesta zona exterior será igualmente servida a comunhão, detalhou o bispo auxiliar de Maputo.

Ao longo de toda a visita “todas as religiões estão convidadas” a participar.

“Somos todos moçambicanos”, acrescentou.

O programa da visita prevê uma cerimónia de boas-vindas no aeroporto de Maputo, na quarta-feira, dia 04, pelas 18:30 (menos uma hora em Lisboa).

O primeiro ponto do programa de quinta-feira será uma vista de cortesia do Papa Francisco ao Presidente da República, Filipe Nyusi, no palácio da Ponta Vermelha, em Maputo, pelas 09:45.

Segue-se às 10:15 um encontro com as autoridades, sociedade civil e corpo diplomático no palácio da Ponta Vermelha, com discurso do Papa.

O líder da igreja católica fará nova intervenção às 11:00, num encontro inter-religioso com jovens no pavilhão do Maxaquene, na baixa de Maputo.

Segue-se um almoço na Nunciatura e um encontro com bispos, sacerdotes, religiosos, consagrados, seminaristas, catequistas e animadores na Catedral de Maputo, com nova intervenção do Papa.

O programa do dia termina com uma visita privada à Casa Mateus 25, uma obra de caridade, iniciativa da Nunciatura Apostólica em Moçambique em parceria com a Igreja local.

Na sexta-feira, último dia de visita, o Papa Francisco começa por visitar o Hospital do Zimpeto às 08:45, seguindo-se a missa no estádio às 10:00.

A cerimónia de despedida no aeroporto de Maputo está marcada para as 12:25.

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