Em comunicado, o organismo refere que o número de imigrantes europeus tem descido gradualmente desde 2016, ano em que se realizou o referendo que determinou a saída do Reino Unido da UE, que deve ocorrer a 31 de outubro próximo.

Mas, entre março de 2018 e março de 2019, a imigração da UE foi de 200.000 pessoas, o nível mais baixo desde 2013, em que foi de 183.000.

A redução nas entradas de cidadãos comunitários, segundo o gabinete, deve-se à descida dos que vão para o Reino Unido em busca de emprego, atualmente menos de metade dos registados em 2016.

Apesar da queda, o número de cidadãos de toda a UE que vão para o Reino Unido continua a ser mais elevado que o dos que abandonam o país, com exceção dos cidadãos de países do centro e leste europeus que aderiram em 2004 (República Checa, Eslováquia, Estónia, Letónia, Lituânia, Hungria, Polónia e Eslovénia), em que houve mais 7.000 pessoas a deixar o Reino Unido que a imigrar para lá.

Em termos de número total de imigrantes entrados no mesmo período, a ONS contabilizou 612.000, enquanto as partidas foram 385.000.

O número de imigrantes extra-comunitários estabilizou este ano, depois de um pequeno aumento em 2013.

Neste grupo, o principal motivo para imigrar para o Reino Unido são os estudos.

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