Um dos nomes apontados nesta condição é o do actual presidente do grupo parlamentar da UNITA, Adalberto Costa Júnior, que já manifestou publicamente que a sua candidatura estava dependente de Samakuva.

Adalberto Costa Júnior goza de grande simpatia junto da comunidade urbana, embora a hipótese de ser candidato consensual seja remota, a julgar pela influência que o partido carrega dos militares. Quem também já manifestou a intenção de concorrer é o antigo secretário-geral Abílio Camalata Numa. O general na reserva, de 64 anos, apesar de contar com várias derrotas, diz que pretende concorrer, mas apenas caso Samakuva esteja na corrida.

Numa garante apoiar a candidatura de outro alto dirigente da UNITA e companheiro de trincheira, Lukamba Gato.

Rafael Massanga Savimbi, filho do líder fundador, Jonas Savimbi, já manifestou igualmente a vontade de se candidatar, podendo ter apoio incondicional do actual presidente, mesmo não reunindo consenso da “task force”.

Na lista de aspirantes à presidência da UNITA figuram igualmente o deputado José Pedro Catchiungo, o secretário provincial do Huambo, Liberty Chiaka, e Helena Bonguela.

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