O indicador fixou-se em 93,6 pontos depois de registar 96,8 (agosto), 98,2 (julho) e 99,8 (junho).

A descida “continuou a dever-se à avaliação desfavorável das perspetivas de emprego e da procura”, lê-se no boletim do INE moçambicano.

“A tendência de diminuição do ICE deveu-se, setorialmente, à apreciação continuamente negativa da confiança em todos os ramos empresariais alvo do inquérito, com exceção do setor do comércio, que aumentou a sua confiança face ao trimestre anterior”, acrescenta.

Os indicadores de Confiança e de Clima Económico constituem uma publicação mensal sobre a conjuntura económica de Moçambique, compilada com base num inquérito de conjuntura realizado também todos os meses pelo INE às empresas do setor não financeiro.

“O estudo expressa a opinião de agentes económicos acerca da evolução e perspetiva da sua atividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de atividade”, explica o INE moçambicano.

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