José Carvalho da Rocha falava no ato de abertura do Fórum Telecom, que abordou “O futuro das telecomunicações, privatizações e redes móveis”, promovido pelo jornal “Expansão”.

“O que espelhamos no Livro Branco é a nossa visão sobre o sector que impacta na vida dos cidadãos e no desenvolvimento social e económico de Angola”, disse.

O ministro afirmou que nos próximos tempos, o desafio será interligar Angola à rede africana. “Queremos fortalecer as nossas capacidades e levar serviços de telecomunicações e tecnologias de informação a países como a Zâmbia, Ghana e Marrocos”, indicou.

José Carvalho da Rocha informou que entraram em vigor novos regulamentos, como o Plano de Frequências, instrumentos que vão permitir que outros operadores possam surgir no mercado.

O presidente da comissão executiva da Angola Cables, António Nunes, informou que a multinacional concluiu este ano investimentos de que espera obter rentabilidade para os acionistas. “No ano passado concluímos um investimento de 300 milhões de dólares. Temos vindo a crescer a nível do mercado internacional, mas tivemos uma retração em Angola em função da crise”, disse.

António Nunes defendeu a necessidade de potenciar o sector privado, sublinhando que as telecomunicações exigem investimentos contínuos.

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