No total, 23 funcionários e técnicos dos países de língua portuguesa, mas também do Equador, Gana, Indonésia e Malásia promoveram “intercâmbios sobre temas de promoção conjunta de criação da Cadeia Global de Fornecimento Verde e incentivar a operação e comércio sustentável das madeiras tropicais”, segundo o comunicado do Fórum de Macau.

No colóquio, que se realiza até dia 30 de novembro, os participantes vão analisar “a criação da cadeia de fornecimento verde de produtos florestais globais e a promoção do desenvolvimento de qualidade e sustentabilidade do comércio e do investimento dos produtos florestais, elevar o nível de profissionalismo das áreas relativas, e promover a cooperação aprofundada entre as partes envolvidas, no âmbito do comércio e do investimento, em estreita cooperação com a proteção de recursos naturais e meio-ambiente”, apontou o Fórum de Macau.

De acordo com a mesma nota, é a primeira vez que o Fórum de Macau, “em cooperação com os órgãos subordinados das Nações Unidas, organiza formações de recursos humanos”.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para a cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum de Macau.

Este Fórum tem um secretariado permanente, reúne-se a nível ministerial a cada três anos e integra, além da secretária-geral, Xu Yingzhen, e de três secretários-gerais adjuntos, oito delegados dos países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).

A próxima conferência ministerial, estava prevista acontecer em 2019, ano em que a região administrativa especial chinesa comemora 20 anos da transferência de administração e foi palco de eleições para um novo chefe do Executivo.

No entanto, a mesma foi adiada e vai realizar-se apenas em 2020, “numa data ainda a definir”, segundo a secretária-geral.

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