Fu Ziying, que falava numa receção organizada pelo gabinete de ligação no território por ocasião da festa do ano novo chinês, sublinhou ser necessária uma “mente aberta e visão futurista atualmente e no futuro próximo” para “promover o melhor desenvolvimento de Macau na integração no desenvolvimento” da China.

“Precisamos de ter espírito inovador no processo de aprofundamento da cooperação entre Macau e o interior da China, especialmente na participação na estratégina nacional da construção da Grande Baía ‘Guangdong-Hong Kong-Macau’, aproveitar a vantagem inerente da política ‘Um país, Dois sistemas’, experimentar corajosamente o uso do mecanismo institucional para a inovação, resolver conjuntamente o problema das diferenças institucionais e realizar a sobreposição das vantagens e o desenvolvimento inovador”, destacou.

O responsável chinês lembrou ainda que 2018 foi “inesquecível no progresso do desenvolvimento da China”, ao mesmo tempo que se celebrou o 40.º aniversário da política de reforma e abertura do país, que registou “uma aceleração”. “Mais de 11 milhões de pessoas de meio rural saíram da pobreza, mais de 13 milhões de empregos em áreas urbanas e mais de 5,8 milhões de bairros carenciados renovados”, salientou.

Por outro lado, Fu Ziying destacou que este ano vai ser especial para a região administrativa especial chinesa, que celebra os 20 anos da transferência da administração portuguesa para a China e “um novo Governo vai entrar em funcionamento”.

Para o chefe do Governo de Macau, Fernando Chui Sai On, “a principal prioridade da ação governativa deste ano” é garantir “o sucesso” da “mudança e transição” do executivo.

Além da construção da Grande Baía “Guangdong-Hong Kong-Macau”, Chui Sai On destacou a necessidade de aproveitar as oportunidades criadas pela iniciativa chinesa “Uma Faixa, Uma Rota” e dar “prioridade à promoção de projetos concretos de cooperação comercial entre a China e os países de língua portuguesa que permitam uma conquista proativa do mercado internacional”.

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