Além de integrar outros eventos já existentes no território, o “Arte Macau” estabeleceu parcerias para levar exposições a diferentes palcos: consulados estrangeiros, hotéis e ‘resorts’.

As seis operadoras de jogo já deram o ‘sinal verde’ ao Governo, disponibilizando-se a sediar nos seus espaços várias exposições naquele período, disse à Lusa fonte do Instituto Cultural (IC), que organiza o certame a par da Direção dos Serviços de Turismo.

Quanto às representações diplomáticas, o IC escusou-se a nomear as participantes, adiantando apenas que “diferentes consulados” já aceitaram sediar as mostras.

Os “pré-eventos” arrancam já na próxima semana, com destaque para a inauguração da exposição “Desenhos da Renascença Italiana do British Museum”, no Museu de Arte de Macau, no dia 12.

A mostra “explora a importância do desenho no processo criativo dos artistas entre 1470 e 1580” e apresenta “52 desenhos originais de 42 mestres da Renascença italiana”, entre Mantegna, Correggio, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Ticiano, Rafael e Rosso Fiorentino, de acordo com o IC.

Apesar do secretismo à volta da programação, o IC já anunciou o espetáculo de dança contemporânea “O Cerco por Yang Liping” e concertos pela Orquestra de Macau e pela Orquestra Chinesa de Macau.

Este “novo produto turístico” foi também apresentado pelo secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, numa recente visita a Lisboa.

Para Alexis Tam, Macau tem “todas as condições para ser um palco privilegiado das artes contemporâneas”, assinalou à data, em conferência de imprensa.

O 30.º Festival de Artes de Macau, as comemorações do dia de Portugal, em junho, e a 16.ª edição do Festival Juvenil Internacional de Dança, eventos já anunciados, vão ser integrados no festival.

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