Em comunicado, a DSEC apontou que 448 mil pessoas visitaram Macau em excursões e sublinhou que “o número de visitantes em excursões de todos os países/territórios diminuiu, exceto o de visitantes provenientes da Malásia (4.300 indivíduos), que aumentou em termos homólogos”.

Os excursionistas do interior da China (323 mil), da Coreia do Sul (32 mil), de Hong Kong (6.600) e de Taiwan (58 mil) desceram, respetivamente, 39,8%, 37,6%, 29,9% e 3%.

Em agosto, as autoridades tinham já apontado para uma redução no número de visitantes em excursões de 18,8%, quando comparado com o valor registado no mesmo mês de 2018.

Este decréscimo tem preocupado as autoridades de Macau, já que muitos excursionistas chegam ao território através de um pacote muito popular entre agências chinesas e que inclui Hong Kong, que vive há cinco meses uma grave crise social e política.

Os serviços de turismo indicaram à Lusa, no início deste mês, que para contraria esta tendência têm sido promovidos pacotes turísticos que excluem a ex-colónia britânica.

Entre janeiro e setembro deste ano, o número de visitantes em excursões ascendeu a 6.8 milhões, “registando-se um abrandamento no crescimento (4,5%)”.

Já os hotéis e as pensões de Macau receberam, em setembro, 1,11 milhões de pessoas, uma subida de 2% em relação a igual período do ano anterior, segundo as autoridades.

A taxa de ocupação média dos hotéis e pensões atingiu, em setembro, 84,6%, menos 2,1 pontos percentuais, em termos anuais. O período médio de permanência foi de 1,5 noites, tal como em setembro de 2018.

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