Terminei domingo o encontro com os meus partidários, na cidade de Nioro. Sou candidato à eleição presidencial, disse ao telefone à AFP o homem de Negócios, proprietário de uma mina de outro, no Mali.

Depois de ter apoiado o Presidente Ibrahim Boubacar Keïta, em 2016 o seu partido abandonou a Maioria para juntar-se à oposição. «Sou candidato para construir um Mali melhor um país que tem como sair da crise se tiver um líder à altura», acrescentou.

Em 2013, o cherife de Nioro havia apelado ao voto de Ibrahim Boubacar Keïta, mas, depois, as relações entre ambos deterioraram-se. O responsável religioso não declarou o seu apoio a candidatura de Diallo, mas os seus filhos foram vistos ao seu lado.

Uma meia dúzia de candidatos à sucessão já se declararam, mas o Presidente Keïta ainda não disse publicamente se será candidato na eleição presidencial de Julho próximo.

No entanto, sábado, uma centena de associações da Maioria declararam sábado, em Bamako, o apoio á sua candidatura.

Dentre outros candidatos constam o prefeito de Sikasso (Sul), Kalifa Sanogo, o antigo ministro e militar, Moussa Sinko Coulibaly, assim como dos altos funcionários, Modibo Koné, um antigo do banco Oeste africano de desenvolvimento (BOAD), e Hamadoun Touré, antigo chefe da União internacional das telecomunicações (UIT).

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