“O Ministério tem vindo a colaborar com a Polícia Judiciária na investigação, disponibilizando os técnicos ao serviço de emissão de passaportes – Direção Geral dos Assuntos Jurídicos e Consulares – para quaisquer esclarecimentos necessários”, refere o comunicado.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta também que o “sistema de controlo de passaportes implementado pela atual direção, desde que assumiu o cargo, não permite uma mínima margem para emissão ilegal de passaportes biométricos” e que os passaportes diplomáticos só são atribuídos a “quem de direito segundo a lei”.

A Polícia Judiciária da Guiné-Bissau iniciou em 2018 uma investigação ao tráfico internacional de passaportes guineense.

O ministério guineense pede também a quem tenha “algumas provas de vendas de passaportes diplomáticos, atribuição duvidosa dos mesmos a pessoas singulares ou a representantes de instituições indevidas” para as fazer chegar ao Ministério Publico ou à Polícia Judiciária para “colaborar com a investigação em curso”.

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