As obras, que vão decorrer de Outubro de 2019 a Junho de 2020, estão orçadas em 92 milhões de meticais investidos através de uma ajuda não reembolsável do Japão.

O projeto vai contar com a aplicação da tecnologia japonesa designada “Método Fukuoka”, que vai consistir na transformação da lixeira de Hulene num aterro semi-aeróbico.

Este modelo de aterro vai funcionar através da fermentação das camadas internas de resíduos, bem como a entrada natural de ar através de canais de ventilação de gás.

As obras resultam de um memorando de entendimento assinado entre Moçambique e Japão para transformar a lixeira de Hulene num aterro controlado e seguro, capaz de receber resíduos durante mais de uma década.

Uma parte da maior lixeira da capital, com altura de um edifício de três andares, desabou na madrugada de 19 de fevereiro de 2018, devido à chuva forte, e abateu-se sobre diversas habitações precárias do bairro em redor.

Doze mulheres e quatro homens perderam a vida, sete eram crianças.

Publicidade