Os resultados foram divulgados pelo Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), citado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM).

A província corresponde ao círculo com menos eleitores no país (cerca de 657.000) e é considerada um reduto da Frelimo.

Na votação para as presidenciais, Filipe Nyusi (Frelimo) obteve 266.424 votos (81,4%), Ossufo Momade (Renamo – Resistência Nacional Moçambicana) recolheu 43.592 (13,3%) e Daviz Simango (MDM – Movimento Democrático de Moçambique) somou 14.505 (4,4%).

Na escolha do novo parlamento, a Frelimo conquistou 233.935 votos (77,8%), a Renamo 43.201 (14,2%) e o MDM 13.805 (4,7%).

Na eleição de governador e assembleia provincial, Daniel Chapo da Frelimo deverá ser reconduzido no cargo que ocupa desde 2016, dado que o partido no poder somou 258.752 votos (79.7%), a Renamo 46.267 (14,4%) e o MDM 15.476 (4,8%).

Apesar dos dados do STAE divulgados pelas AIM, a província surge ainda sem resultados disponíveis no site das autoridades eleitorais onde está a ser divulgado o apuramento provisório (rprovisorio.stae.org.mz).

Fonte das autoridades eleitorais disse à Lusa que hoje se espera a divulgação dos apuramentos ao nível dos 154 distritos do país e, durante o fim-de-semana, o apuramento ao nível das 11 províncias.

A lei prevê que os trabalhos de centralização nacional e apuramento geral, último nível do processo, tenham início na segunda-feira, dia 21 e incluam a apreciação de questões prévias e requalificação de votos.

Até dia 30, os resultados devem ser anunciados em cerimónia pública pelo presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

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