A ocorrência foi registada pelas 11:00 (hora local) e, segundo a ONG, a vítima morreu após ter sido alvejada dez vezes.

Anastácio Matável saía de uma formação de observadores “onde fez a abertura da sessão” e depois de entrar no seu automóvel, foi “seguido e baleado” por desconhecidos.

Em conferência de imprensa, a Sala da Paz classificou o ato como “bárbaro”, apelando às “autoridades competentes para uma investigação apurada com vista a encontrarem-se os autores do crime”.

Segundo a ONG, trata-se de um “crime hediondo” e os autores devem ser punidos “de forma exemplar”.

O homicídio acontece em plena campanha eleitoral e depois de, há uma semana, uma outra pessoa ligada a ações partidárias ter sido assassinada.

Um grupo desconhecido baleou mortalmente um líder de bairro pertencente à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder), em Manica, centro do país.

Desde o arranque da campanha, em 31 de agosto, já morreram 38 pessoas, a maioria em acidentes de viação, ligadas às ações partidárias e às eleições, segundo contas da ONG de observação Centro de Integridade Pública (CIP).

Em 15 de outubro, 12,9 milhões de eleitores moçambicanos vão escolher o Presidente da República, dez assembleias provinciais e respetivos governadores, bem como 250 deputados da Assembleia da República.

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