Cabeça-de-lista da Renamo, António Muchanga, diz que vai trazer mais indústrias para Matola caso seja eleito governador da província de Maputo. Já o do MDM promete uma governação transparente e emprego para jovens.

No vigésimo dia da campanha eleitoral um grupo de membros e de simpatizantes do partido Renamo, liderado pelo seu cabeça-de-lista, António Muchanga, escalou alguns bairros da Matola, para contactos interpessoal para a promoção das suas promessas eleitorais.

O bairro Intaka, foi o primeiro escolhido pelo cabeça-de-lista do maior partido da oposição. Ali, Muchanga apostou em mensagens de apelo à mudança, anunciando-se como a “opção certa”. Muchanga disse ter planos para acabar com o sofrimento da população da Matola e de toda a província de Maputo.

“Vamos construir mais escolas e dotá-las com melhores condições para que as crianças não estudem debaixo das árvores. A Renamo vai acabar com os buracos e vai construir mais estradas”, prometeu.

Muchanga prometeu, também, que caso o seu partido vença as eleições, vai assegurar a construção de mais indústrias e revitalizar a que está adormecida, como a Vidreira.

Por sua vez, o MDM foi trabalhar no distrito de Boane. O seu cabeça-de-lista, Augusto Pelembe, também optou no contacto interpessoal para pedir voto, assegurando que “só o seu partido pode combater a corrupção que mina o crescimento da província de Maputo”.

“O MDM já provou que aposta na governação transparente e abrangente, é o único partido que não permite a corrupção. A nossa governação não olha para a cor partidária, estará focada nos interesses da população”, disse Pelembe.

Ainda ao eleitorado do distrito de Boane, o cabeça-de-lista do MDM deu garantias de acabar com o desemprego, a falta de medicamentos nas unidades sanitárias e de inovar o sector agrícola para o aumento da produção.  

“Cerca de 65% dos jovens de Boane são desempregados e correm para a África do Sul Em busca de melhores de vida e como consequência, muitos moçambicanos estão a morrer vítimas de xenofobia naquele país. Visitei os centros de saúde e constatei que não têm paracetamol, nós queremos acabar com isso, bastando apenas votarem no nosso partido”, exortou Pelembe.

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