Segundo um comunicado do BAD, a verba vai ser alocada pela Iniciativa Financeira para as Mulheres Empreendedoras (We-Fi), uma parceria do Banco Mundial que reúne 14 governos doadores, oito bancos de desenvolvimento multilaterais e outras entidades do setor público e privado.

O programa do BAD, designado Ação Financeira Afirmativa para as Mulheres em África (AFAWA, na sigla inglesa), pretende melhorar o acesso ao financiamento de pequenas e média empresas pertencentes a mulheres em 21 países africanos de baixo rendimento: Botsuana, Burundi, Chade, Comores, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Etiópia, Quénia, Mali, Mauritânia, Moçambique, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, África do Sul, Tanzânia, Tunísia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué.

“As atividades financiadas pela We-Fi estão alinhadas com a abordagem holística da AFAWA face à diferença de 42 mil milhões de dólares (37 mil milhões de dólares) entre empreendedoras e empreendedores”, salienta o BAD.

A AFAWA pretende melhorar o acesso a instrumentos financeiros inovadores direcionados para mulheres, capacitar e formar empreendedoras e tornar o ambiente de negócios mais favorável às mulheres.

Segundo a AFAWA, o continente africano tem a taxa mais elevada de mulheres empreendedoras do mundo com uma taxa de 25,9% de empreendedorismo feminino na África subsaariana, o que significa que uma em cada quatro mulheres cria ou gere uma empresa.

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