“O pagamento da primeira prestação, correspondente a 34% do valor, deverá ocorrer no ato da consignação das frequências e os restantes pagamentos, correspondentes a 33% cada, ocorrerão nos anos de 2019 e 2020, respetivamente”, anunciou o Instituto Nacional de Comunicações em comunicado.

Participaram no leilão os atuais operadores móveis moçambicanos, Vodacom, Movitel e o estatal Mcel.

“Os lotes nas faixas de 1800 MHz e 2,6 GHz ficaram desertos, porque não houve licitações, e a única faixa leiloada foi a dos 800 MHz”, acrescentou.

Fonte do Instituto Nacional de Telecomunicações de Moçambique (INCM) tinha já explicado à Lusa que o leilão de novas frequências visava introduzir novos serviços de voz e dados, tais como ligações 4G.

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