Os casos de corrupção envolvem funcionários de instituições públicas moçambicanas, alguns dos quais já têm processos para a sua responsabilização em fase de instrução preparatória, explicou Cristóvão Mondlane, citado hoje pelo diário Notícias.

Entre os principais casos, destacam-se os processos que envolvem sete presidentes municipais, cinco administradores distritais, seis presidentes de Conselho de Administração, seis secretários permanentes e 15 diretores.

Mondlane acrescentou ainda que muitos destes funcionários estão envolvidos na criação de empresas fantasma de construção civil, com o objetivo de ganhar concursos públicos nas entidades que dirigem.

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