O projeto implementado pela empresa pública Petromoc inclui três tanques, com capacidade total de armazenamento de três mil toneladas métricas de gás liquefeito de petróleo e com uma linha de enchimento de cinco mil garrafas por dia.

Filipe Nyusi destacou o facto de o empreendimento ajudar a diminuir a pressão para consumo de biomassa a partir da lenha e carvão vegetal, “com ganhos ambientais importantes” e reduzindo “os danos provocados pela desmatação”.

A unidade vai fornecer países vizinhos e as regiões centro e norte de Moçambique, que consomem 25% do gás engarrafado vendido no país, quota que deverá crescer, tendo em conta as projeções de crescimento demográfico, nota a Petromoc.

O terminal de gás liquefeito da Beira é o segundo no país, a par do mesmo tipo de infraestrutura da cidade da Matola, província de Maputo, sul do país.

As obras iniciaram-se em julho de 2015 com um valor total de 38 milhões de dólares (30,8 milhões de euros) co-financiadas pelo Exim Bank of India.

Publicidade