A previsão aponta para uma subida de 7% face à última campanha, refere Ilídio Bande, diretor-geral do Incaju, citado hoje pelo jornal Notícias.

O último recorde foi alcançado na campanha 2016/17 com 139 mil toneladas.

Cada campanha vai de outubro a abril e os valores referidos dizem respeito à produção declarada ao Incaju, ou seja, não incluem a totalidade da produção do país que se calcula seja muito maior – as autoridades estimam que metade da castanha de caju produzida em Moçambique esteja fora do mercado formal.

A fileira do caju tem sido alvo de investimentos estatais e de privados, sendo apontado como um dos produtos agrícolas com grande potencial de criação de riqueza, nomeadamente através da exportação.

Segundo dados da Associação de Industriais de Caju (Aicaju) de Moçambique, existem 13 fábricas de processamento de castanha de caju que empregam cerca de 20 mil trabalhadores.

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