A contratação do serviço de consultoria “irá imprimir celeridade no processo de seleção do parceiro estratégico para o desenvolvimento do empreendimento”, referiu a mesma fonte.

O consórcio selecionado através de concurso público lançado pelo Mireme em março é constituído pela firma financeira Synergy Consulting, pela empresa de engenharia Worley Parsons e pelas sociedades de advocacia Baker Mckenzie e HRA Advogados.

O consórcio vai trabalhar com o Gabinete de Implementação do Projeto Mphanda Nkuwa, “prestando assessoria de toda a natureza requerida para viabilizar a atualização dos estudos técnicos e para a seleção do parceiro estratégico que se deverá juntar as empresas públicas Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB) no desenvolvimento das infraestruturas”.

Prevista há vários anos para produção de eletricidade, a ideia de Mphanda Nkuwa foi relançada em 2018 pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e poderá ser a maior barragem de Moçambique depois de Cahora Bassa, situada 60 quilómetros a jusante desta, também no rio Zambeze, interior centro de Moçambique – 1.500 quilómetros a noroeste de Maputo, a capital moçambicana.

Em entrevista à Lusa, há um ano – após relançado o projeto – o vice-ministro da Energia e Recursos Minerais, Augusto de Sousa, referiu que a barragem de Mphanda Nkuwa deverá demorar, pelo menos, mais uma década até estar construída e em funcionamento.

Publicidade