Olx do Facebook chega a Portugal

O Marketplace é uma nova funcionalidade do Facebook que permite aos utilizadores vender e comprar itens entre si, tal como no Olx.

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Ainda não há data marcada, mas o Facebook já anunciou a expansão da funcionalidade Marketplace para 17 países europeus, entre os quais Portugal. A rede social de Mark Zuckerberg lança assim um espaço que vem facilitar a atividade de compra e venda que tem vindo a crescer em grupos de Facebook. Funciona de forma semelhante ao portal português de vendas online Olx, com a diferença de que não oferece qualquer solução de pagamento.

Mais de 450 milhões de pessoas utilizam grupos de Facebook para vender e comprar itens online, um número que continua a crescer, conta a rede social em comunicado. Por esta razão, o Facebook decidiu lançar o Marketplace, uma funcionalidade que visa facilitar este tipo de contactos entre a comunidade. A grande vantagem é que na rede social é mais fácil identificar o comprador através das informações no perfil, que indica por exemplo os amigos em comum. A aplicação estará acessível na barra menu do Facebook.

A página do Marketplace abre com fotos dos itens que se encontram à venda próximos da localização do utilizador. Os resultados podem ser filtrados de acordo com a localização, categoria ou preços desejados. O artigo escolhido pode ser guardado e consultado mais tarde, e vem acompanhado de uma descrição do produto e do vendedor. A partir do momento em que o utilizador decida comprar, pode enviar uma mensagem ao vendedor para acordarem os termos da compra — o Facebook não terá nenhum método de pagamento disponível.

O Marketplace já estava disponível em sete países: EUA, Austrália, Canadá, Chile, México, Nova Zelândia e Reino Unido. A expansão europeia, para além de Portugal, abrange a Áustria, Bélgica, Republica Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Espanha, Suécia e Suíça.

Esta não é a única novidade na rede social de Mark Zuckerberg. Recentemente, foi também anunciada a criação da funcionalidade Watch, através da qual o Facebook vai investir em conteúdos próprios em vídeo, concorrendo diretamente com a plataforma Youtube. Contudo, a estreia desta aplicação na Europa não foi ainda anunciada.

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