“A realização de uma auditoria ao recenseamento eleitoral é a ação mais indicada para a verificação da origem da disparidade entre os dados da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e do Instituto Nacional de Estatística (INE)”, lê-se num comunicado da organização.

Os resultados do recenseamento na província de Gaza, sul de Moçambique, para as eleições gerais de 15 de outubro, estão a ser fortemente contestados por organizações da sociedade civil e partidos políticos da oposição por supostamente conterem um número de eleitores fictício, tendo em conta os dados demográficos daquele círculo eleitoral.

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