A adesão foi oficializada ontem ao final do dia, em Nova Iorque, no âmbito da Assembleia Geral da Nações Unidas e que contou com a presença da Ministra do Mar de Portugal. O CEiiA é a entidade privada portuguesa num total de 50 organizações que a compõem.
O trabalho do organismo no âmbito desta plataforma estará muito focado no desenvolvimento, com parceiros internacionais, de novas tecnologias que permitam a recolha e tratamento de dados sobre oceanos, cruzando a dimensão do mar com a dimensão do espaço.

De acordo com a entidade portuguesa que tem fornecido tecnologia para vários serviços de mobilidade, o convite surge porque o CEiiA tem vindo a desenvolver trabalho na área do mar/espaço, já com reconhecimento nacional e internacional. Outro dos motivos é pelo CEiiA “ser uma referência na área da mobilidade sustentável, nomeadamente na recolha de dados, assim como na quantificação em tempo relal do CO2 evitado na mobilidade para as Nações Unidas”.

O organismo indica em comunicado que “este convite para fazer parte desta plataforma é um orgulho, não só para as nossas equipas, como para Portugal, pois é o reconhecimento da excelência do nosso trabalho e da nossa tecnologia”. Por outro lado, Gualter Crisóstomo – Diretor de Sustentabilidade do CEiiA indica: “esta é uma excelente oportunidade para podermos, de forma colaborativa, conceber e desenvolver tecnologias, produtos e serviços que podem ajudar a melhorar os oceanos, mas também para exportar tecnologia concebida e desenvolvida em Portugal”.

Neste grupo de cerca de 50 entidades, a representação maior é de entidades da Noruega, do Japão, e França, embora todas elas relacionadas com o transporte marítimo, Oil & Gas e Fundos de investimento. Neste conjunto de entidades encontram-se também universidades, assim como organizações do universo da ONU, como o PNUD, a UNEP, entre outras.

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