No capítulo sobre Moçambique, o relatório “O Progresso na Água Potável, Saneamento e Higiene: 2000-2017: Enfoque especial nas desigualdades”, indica que a maior proporção da população moçambicana sem acesso ao saneamento vive nas zonas rurais, onde 38% dos habitantes não têm acesso a uma latrina.

Classificando a situação do país como de “alto risco” de contração de doenças relacionadas com a falta de acesso ao saneamento, o documento assinala, contudo, que se registaram avanços nos últimos anos.

Publicidade