O prazo estipulado anteriormente para a redução da produção de petróleo havia expirado no domingo, tendo sido hoje anunciada esta prorrogação.

O anúncio foi feito pelo ministro do Petróleo venezuelano, Manuel Quevedo, num breve comunicado à imprensa após a reunião, que durou mais de sete horas.

“O compromisso (para manter o corte na produção) é muito sólido” entre todos os parceiros da OPEP, explicou o ministro do Petróleo saudita, Khalid al-Falih, na mesma conferência de imprensa.

O corte – de 1,2 milhões de barris por dia – originalmente acordado em dezembro de 2017, deve ser ratificado na terça-feira, pelos sócios não-membros do grupo, com a Rússia à cabeça.

Com essa medida, os 14 membros da OPEP querem estabilizar os preços do petróleo, que estavam sob forte pressão nas últimas semanas.

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