O debate da proposta da Lei da Paz visa a transformação em lei do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional assinado no dia 06 de agosto pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Ossufo Momade.

O pacto assinado entre Filipe Nyusi e Ossufo Momade encerra, formalmente, meses de violência armada no país.

O entendimento seguiu-se à assinatura pelos dois líderes do Acordo de Cessação das Hostilidades Militares, no dia 01 deste mês, no Parque Nacional da Gorongosa, província de Sofala, centro de Moçambique.

O Acordo de Paz e Reconciliação Nacional é o terceiro entre o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e a Renamo.

O primeiro foi assinado em 1992 para pôr termo à guerra civil de 16 anos e o segundo foi rubricado em 2014, após confrontos entre o braço armado da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança moçambicanas, na sequência da recusa do principal partido da oposição em reconhecer os resultados das eleições gerais.

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