O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus considerou hoje que a reforma da justiça no país é uma “necessidade imperiosa”.

“Qualquer instituição que não se atualiza, que não se reforma morre, e nós precisamos de incutir, insuflar uma nova dinâmica no setor da justiça”, disse Jorge Bom Jesus, considerando que a reforma não deve ser feita “entre quatro paredes”.

O chefe do executivo falava a propósito de um encontro sobre a justiça, patrocinado pelas Nações Unidas, em São Tomé, que se inscreve “no espírito do diálogo, de concertação, de menos desconfiança”.

Publicidade