O primeiro ministro são-tomense disse ontem ter concluído os primeiros 12 meses da sua governação sem período de graça, “enfrentado pressões internas de várias ordens, muitas delas promovidas por interesses inconfessáveis e forças de bloqueio”.

“É com grande espírito de responsabilidade e de humildade que não obstante o pesado fardo macroeconómico e todas as dificuldades do percursos temos conseguido até hoje cumprir e fazer cumprir a espinhosa, mas nobre missão que me foi confiada, para servir São Tomé e Príncipe e não servir-se dele”, disse Jorge Bom Jesus durante o balanço do primeiro ano do seu governo.

O XVII Governo constitucional, chefiado por Jorge Bom Jesus, tomou posse em 03 de dezembro de 2018, depois de um acordo de coligação que inclui o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe-Partido Social Democrata (MLSTP-PSD), segunda força mais votada nas eleições de outubro do ano passado, o Partido da Convergência Democrática (PCD), que concorreu às eleições em coligação com a União para Democracia e Desenvolvimento (UDD) e o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM).

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