Em declarações à agência Lusa no final de uma cerimónia de homologação de um protocolo de cooperação com a agência cabo-verdiana de notícias (Inforpress), Teresa Ribeiro sublinhou a importância do projeto das bibliotecas escolares.

Atualmente, existem bibliotecas escolares apoiadas pela cooperação portuguesa em nove escolas na ilha de Santiago. Hoje de manhã, a governante assinou um protocolo com a ministra da Educação cabo-verdiana que permitirá estender o projeto as ilhas do Fogo e da Brava.

“Eu tive o privilégio de visitar uma das bibliotecas e perceber a importância que as bibliotecas escolares têm no quadro mais vasto da educação em Cabo Verde”, disse Teresa Ribeiro.

Com um apoio inicial de 70 mil euros, o projeto recebe agora um reforço de 50 mil euros para a instalação de bibliotecas nas ilhas do Fogo e da Brava.

“É o que vai avançar agora e enriquecer, do ponto de vista geográfico, este programa, até agora limitado à ilha de Santiago”, acrescentou

Para Teresa Ribeiro, “este é o género de programa que pode e deve continuar a ser replicado em todos os municípios e em todas as ilhas de Cabo Verde”.

“É um contacto das crianças com os livros, que não os manuais escolares, que é fundamental para que possamos garantir o acesso ao conhecimento e a outras vivências”, referiu.

Também hoje, segundo dia da visita de Teresa Ribeiro a Cabo Verde, foi assinado um protocolo com o Ministério da Cultura português para a reabilitação da capela gótica da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, “património único em África”.

Para a governante, este monumento é “ilustrativo deste lugar privilegiado de Cabo Verde, com um pé na Europa e outro em África”.

A cooperação portuguesa apoia em 50 mil euros a reabilitação desta obra.

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