PR/Angola: Marcelo afirma que “a Huíla bateu tudo” e que mais empresas portuguesas virão (c/ vídeo)

O Presidente português considerou hoje que a receção no Lubango, na Huíla, foi uma experiência única na sua vida, que "bateu tudo", e manifestou-se convicto de que mais empresas portuguesas virão para esta província angolana.

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“A Huíla bateu tudo, a Huíla foi esmagadora. Não me lembro em dias da minha vida de ter tido uma experiência tão forte”, afirmou o chefe de Estado português, num almoço tardio – dado o atraso de pelo menos duas horas no seu programa – com a comunidade portuguesa, no Lubango.

Marcelo Rebelo de Sousa saudou os angolanos presentes, a quem agradeceu o acolhimento, e depois dirigiu-se aos portugueses, para elogiar o seu trabalho, dedicação e a “compreensão desta potência que é Angola, desta realidade provincial espetacular que é a Huíla”.

“Nós sentimo-nos em casa aqui. E havemos de trazer ainda mais empresas e mais trabalho. Ainda há pouco dizia isso ao nosso governador – já digo que é nosso – da Huíla. Vamos ainda fazer mais e melhor, com a vossa energia, com o vosso entusiasmo”, acrescentou.

O chefe de Estado português encontra-se em visita de Estado a Angola e hoje foi recebido por uma multidão no Lubango, após percorrer lentamente os onze quilómetros entre o aeroporto e o centro da cidade, durante perto de duas horas, com paragens sucessivas para cumprimentar a população.

“Eu vim quase sempre no estribo do automóvel, vim do lado de fora, a agradecer, porque ao longo do caminho havia milhares de pessoas”, descreveu Marcelo Rebelo de Sousa, quando finalmente chegou à sede do Governo Provincial da Huíla, no sul de Angola.

O seu programa prosseguiu atrasado e, consequentemente, mais apressado, com passagens pela antiga estação de comboios e pela universidade, até ao almoço com a comunidade portuguesa, a quem Marcelo Rebelo de Sousa deixou “um abraço muito grande”.

“Quando eu vejo exemplos como o vosso eu sinto-me orgulhoso de ser Presidente de Portugal”, disse-lhes.

A seguir ao almoço, demorou-se mais um pouco, percorrendo a sala cheia, com cerca de 500 pessoas, e parando junto de quase todas as mesas para tirar fotografias.

Antes de viajar de avião até Benguela, o Presidente da República foi ainda à Escola Portuguesa do Lubango, criada há cerca de 20 anos pela comunidade portuguesa e que tem também alunos angolanos, que o receberam cantando os hinos de Angola e de Portugal e o rodearam em euforia para tirar ‘selfies’.

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