Cyril Ramaphosa nomeou 28 ministros, em pé de igualdade, sendo 14 do sexo feminino e igual número do lado masculino.

Os governantes que contam com  assessoria dos respetivos vice-ministros têm uma espinhosa missão pela frente, a julgar pelas palavras do estadista no ato de juramento ocorrido quinta-feira.

A África do Sul acaba por se situar em terceiro lugar no continente berço, depois do Ruanda e Etiópia cuja assumpção de pastas a nível governativo são um exemplo digno de registo.

Ramaphosa disse, na ocasião, que “não vamos permitir falhas e se os que se encontram à bordo não forem capazes, serão afastados”.

De 66 anos de idade, Ramaphosa que inicia o seu primeiro ano de mandato após vencer as últimas eleições gerais, embora com fraca maioria, vai liderar o país até 2024.

Reiteradas vezes, o Estadista delineou o seu programa com a solução dos principais problemas que afectam a população, nomeadamente a pobreza, a  corrupção, a elevada taxa de desemprego, bem como procurar elevar o crescimento económico, apostando no investimento.

São ainda prioridades do Presidente expandir o saneamento básico no país, melhorar o sistema de educação e ensino, pôr em andamento os serviços públicos, entre outros tópicos.

Para isso, a aposta do Chefe de Estado começa com a entrada em vigor do novo executivo, número inferior aos 36 postos ministeriais, bem distanciado do governo do seu antecessor, Jacob Zuma, que alcançava as 70 personalidades.

Após injetar sangue novo na classe de vice-ministros, o Presidente procura a eficiência, capacidade de execução, melhor coordenação que eleve o país ao patamar a que o mundo se acostumou a ver a África do Sul, na lista dos países mais desenvolvidos do continente africano.

Ao discursar diante das personalidades que acabavam de assumir funções no novo executivo, o Presidente recordou que “todos os sul-africanos estão bem conscientes dos enormes desafios e dificuldades que o país está a viver”, acrescentando que “o verdadeiro trabalho começa agora”.

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