Em solo angolano, o príncipe visitará o projeto de remoção de minas terrestres em Angola, processo destacado em várias fotos distribuídas mundialmente, por altura da visita ao país da sua falecida mãe, a princesa Diana.

As fotos de Diana, de 1997, com equipamentos de proteção enquanto caminhava entre placas vermelhas com caveiras, deram publicidade vital para à organização Halo Trust, cujo projeto em Angola destinava-se à retirada de minas deixadas durante a guerra.

Diana morreu alguns meses antes da assinatura do tratado internacional, que proibiu o uso de minas terrestres no final daquele ano. A princesa do povo era uma das maiores defensoras da retirada das minas terrestres dos antigos campos de guerra.

Harry já esteve em Angola para um projeto de desminagem, em 2013, seguindo os passos da mãe. “Harry vai visitar o local onde a sua mãe foi fotografada. Ele verá como uma área que era um campo minado perigoso, em 1997, agora é uma rua movimentada com escolas, lojas e casas”, escreveu sexta-feira última, o Palácio de Buckingham, em referência ao local, na cidade do Huambo.

O príncipe Harry, acompanhado da esposa, Meghan, e do seu filho, Archie, vão começar a viagem de 10 dias pela Cidade do Cabo, na África do Sul. Harry, de 34 anos, também vai a Malawi e Botswana, a pedido do Ministério das Relações Exteriores, acrescentou o Palácio de Buckingham.

À sua chegada ao Huambo, o príncipe Harry será recebido pela governadora de província, Joana Lima, que foi também a anfitriã da princesa Diana.

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