De acordo com o último relatório mensal da OPEP, publicado hoje, estes números são baseados em fontes secundárias da organização e comparam com igual crescimento em outubro.

A Guiné Equatorial foi o país com menor produção petrolífera em novembro, entre os 15 que integram a OPEP, imediatamente atrás de países como Gabão (176 mil barris por dia), República do Congo (320 mil barris por dia) e Equador (525 mil barris por dia).

O relatório da OPEP refere também que, em termos de “comunicações diretas”, a Guiné Equatorial terá visto a sua produção diária crescer 11.000 barris em novembro.

Segundo os dados fornecidos por entidades oficiais à organização, a Guiné Equatorial terá produzido 108 mil barris de petróleo em outubro.

Nos últimos 20 anos, a exploração dos recursos petrolíferos foi o principal pilar para o crescimento da economia equato-guineense.

Para evitar uma dependência elevada da exploração do petróleo, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), comprometeu-se, em setembro, a apoiar a diversificação económica no país, através de um programa que incidirá, entre outros, sobre a transformação agrícola.

De acordo com dados do BAD, a queda do preço do petróleo afetou os investimentos públicos, que em 2017 representaram 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB) da Guiné Equatorial, diminuindo face aos 24,6% registados em 2013.

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