Os dados foram avançados pela chefe de departamento de Proteção e Promoção dos Direitos da Criança do INAC, Elisabete Neto, à margem de um seminário sobre “O Direito dos Migrantes, em Especial da Criança”, que decorreu hoje em Luanda.

A responsável avançou que, no ano passado, a instituição notificou em todo o país 725 crianças registadas como abandonadas pelos familiares, 158 que se perderam, 76 acusadas de feiticeira e 348 menores vítimas de discriminação por serem portadores do vírus do HIV/SIDA.

Segundo Elisabete Neto, das estatísticas constam ainda o registo de quatro crianças suspeitas de tráfico de seres humanos, 11 menores raptados, 570 envolvidos em trabalho infantil e 464 jovens repatriados.

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