Como seria de esperar, este smartphone leva a sério as especificações, tal como o seu antecessor já o fazia. O Razer Phone 2 vai suceder ao Razer Phone original, lançado em 2017. Os jogos em mobile podem não ser tão exigentes quanto as versões para PC ou consola, é certo, mas há quem já faça determinadas exigências relativamente ao hardware.

A indústria está claramente em expansão, tanto que a Asus também já fez uma aposta neste segmento, com um smartphone também dedicado aos gamers.

Mas voltemos ao Razer Phone 2, que a marca de jogos promete ter melhorado em 30% a performance, relativamente à primeira geração do Razer Phone. No interior, há um processador Snapdragon 845 e um GPU da Qualcomm, o Adreno 630. Há também 8GB de RAM e 64GB de armazenamento interno, expansíveis até 1TB, quando utilizado um cartão microSD.

Como é normal os jogos mais exigentes levarem a algum aquecimento, a marca promete um sistema de arrefecimento integrado.
O ecrã também é levado a sério neste terminal: são 5,7 polegadas de ecrã LCD, com uma resolução de 1440 x 2560 pixeis, com Gorilla Glass 5. No que toca a som, há um upgrade ao sistema Dolby Atmos e duas colunas frontais (uma na moldura superior e outra na moldura de baixo).

Com um preço já a aproximar-se dos restantes flagship de outras marcas, a Razer defende também que é preciso ter uma câmara à altura. Na traseira, há uma dupla de câmaras de 12 MP (uma grande angular) e outra com 12 MP (teleobjetiva com zoom de duas vezes). Relativamente à câmara frontal, o sensor conta com 8MP e permite gravar vídeo em full HD. Não é segredo qual é o objetivo aqui: ser uma ferramenta para quem utiliza o smartphone para fazer diretos, por exemplo.

A bateria tem uma capacidade de 4000 mAh e pode ser carregada através de um carregamento sem fios, já que a traseira do smartphone tem um revestimento em vidro.

As pré-vendas para o Razer Phone 2 já arrancaram, com um preço de 849,99 euros na Europa.

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