Com um orçamento de 4.000 milhões de meticais (55 milhões de euros), o STAE preparou mais de oito mil postos e cinco mil brigadas, que vão cobrir todo país até final de maio.

As autoridades eleitorais têm disponíveis cerca de 16 mil brigadistas, seis mil agentes de educação cívica e cinco mil agentes da polícia.

Estão ainda disponíveis mais de cinco mil computadores, kits de painéis solares e geradores.

As eleições gerais estão marcadas para 15 de outubro.

Pela primeira vez, além de escolherem o parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias, que deixam de ser nomeados pelo poder central.

O porta-voz do STAE, Cláudio Langa, referiu anteriormente que estavam criadas todas as condições para “o arranque do recenseamento eleitoral, quer condições materiais e humanas”.

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