A decisão de Mário Sousa foi tornada pública num comunicado do Conselho de Ministros, no qual, o governo garantiu “a melhoria da situação de energia dentro de uma semana” tendo em conta  a “evolução dos trabalhos de manutenção e reparação dos geradores”.

“Face a evolução da situação da EMAE, o seu director Mário Lourenço de Sousa decidiu colocar o seu cargo a disposição” – lê-se no documento que dá explicações sobre a crise energética que se vive no País.

De acordo com o comunicado do conselho de ministros a “gravidade” da situação deve-se a uma “combinação” de factores, designadamente, a “deficiência no programa de manutenção do geradores e  acto de manifesta sabotagem num certo de geradores, alvo de intervenção há poucos meses”.

Há poucos mais de três semanas, alguns populares lançaram barricadas em várias localidades da ilha de São-Tomé, impendido a livre circulação de pessoas e bens em reivindicação a energia elétrica e prejuízos causado por sua falta.

Publicidade