O incumprimento da Lei já é prática comum e generalizada em São Tomé e Príncipe. Quando são os próprios governantes a dar maus exemplos, torna-se missão impossível travar a disseminação dos maus hábitos e das práticas criminosas. E tudo isso acontece perante a passividade ou ausência de fiscais e policiais de segurança pública, do desinteresse da Câmara Distrital e das autoridades com poderes e deveres em matéria de proteção ambiental.

Realmente, S. Tomé e Príncipe já se assemelha a um barco à deriva, onde o comandante passa mais tempo em jatos privados a tratar de interesses privados, ignorando totalmente a triste realidade do “Zé Povinho”.

Os murros da marginal 12 de Julho já apresentam um avançado estado de degradação. O roubo de areia em plena luz do dia parece ter o envolvimento de pessoas ligadas à governação e constitui a prova de total desnorte do atual governo.

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