Gaudêncio Costa tem sido um dos deputado da oposição que tem vindo a opor-se aos planos de Patrice Trovoada de monopolização das instituições da República. Vejamos uma das suas intervenções na Assembleia da República.

 

Entretanto, em declarações à Agência Lusa, Patrice Trovoada afirmou que o objetivo do grupo, que ele não identifica,  era o de “interromper o funcionamento regular da ordem constitucional” e de assassiná-lo num ato público e que estarão envolvidas pessoas que “já desempenharam altos cargos no país”.

“Tivemos que agir no sentido de travar um plano que visava numa primeira fase a eliminação física do primeiro-ministro numa cerimónia pública efetuada por um ‘sniper’ ajudado por outro elemento”, para “criar condições para que depois o acesso ao poder de um grupo político fosse mais facilitado”, acusou o ditador são-tomense, em declarações à Lusa por telefone a partir de São Tomé.

Referindo que os serviços de segurança do Estado têm provas deste plano, nomeadamente gravações do deputado detido, Patrice Trovoada disse que estas provas foram apresentadas à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Judiciária” para “travar o plano que deveria ser executado até ao final do mês de junho”.

A tese de invenção de provas começa a ganhar corpo porque ninguém de bom juízo organiza um assassinato contra um primeiro-ministro por telemóvel. Nas redes sociais já começaram as ações de solidariedade para com o deputado Gaudêncio Costa e o sargento Ajax Managem.

 

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