No relatório e contas enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os ‘leões’ referem que “os resultados foram positivos em 6.447 milhares de euros” e que, apesar de “um decréscimo face ao período homólogo”, em que registaram 10,1 ME de lucro, deve-se assinalar o resultado “pela positiva”.

O clube de Alvalade justifica esta redução com o facto de esta época ter disputado a Liga Europa, enquanto na temporada transata “disputava a UEFA Champions League, maior prova de clubes europeus e com o pagamento de prémios por presença e desempenho superiores à UEFA Europa League”.

Por outro lado, a SAD do Sporting comunicou que “os rendimentos operacionais aumentaram cerca de 7.627 milhares de euros”, de 81,6 ME no primeiro semestre de 2017/18 para 89,2 ME no mesmo período de 2018/19.

“A Sporting SAD fechou o primeiro semestre da época desportiva de 2018/19 com um volume de negócios de 89.236 milhares de euros, situação esta suportada pela participação na fase de grupos da UEFA Europa League e pela venda de direitos desportivos, nomeadamente de William Carvalho, Cristiano Piccini e Rui Patrício”, pode ler-se no documento.

A sociedade anónima manteve capitais próprios negativos, embora reduzindo-os em cerca de 4,3 ME (de 13,3 ME em 2017/18 para 9,08 em 2018/19).

No primeiro semestre desta temporada, contabilizado entre 01 de julho e 31 de dezembro de 2018, a SAD ‘verde e branca’ reduziu o passivo em 3,5 ME, o qual se situa agora nos 279 ME.

Neste particular, o Sporting refere que esta redução se deve “em grande parte à redução da dívida bancária” em 7,5 ME.

Já o ativo aumentou 769 mil euros, justificado com a “redução do valor do plantel com a amortização de jogadores na presente época”, o “aumento de outros ativos correntes, relacionados com a retenção de receitas da UEFA” — devido ao ‘caso Doyen’ — e “aumento da rubrica de ‘Outros devedores'”.

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