Salvador Sobral e António Zambujo são outros nomes portugueses anunciados para Londres, em janeiro e março, a que se seguirão as fadistas Lina e Sara Correia.

Dino D’Santiago esteve em Londres no ano passado, no âmbito do Festival de Música Latina La Linea, quando promoveu o álbum “Mundu Nôbu”, produzido por Seiji, um produtor britânico que fez carreira na música de dança dos anos 1990, e por Kalaf e Branko, ambos dos Buraka Som Sistema.

O autor de “Nova Lisboa”, descrito como “a estrela luso-cabo-verdiana do T&B [Rhythm and Blues]”, esgotou a lotação na sala conhecida por promover música do mundo na capital britânica, e que, em 11 de fevereiro, recebe Antonio Zambujo.

O ‘cantautor’ que celebrizou o “Pica do 7” regressa a Londres, onde também tocou no Jazz Café no ano passado e que, em 2017, apresentou igualmente, na capital britânica, o álbum “Até Pensei que Fosse Minha”, um tributo ao cantor brasileiro Chico Buarque.

Quem vai estrear-se nos palcos londrinos, a 20 de fevereiro no centro cultural Barbican, será Salvador Sobral, que ganhou fama internacional, incluindo no Reino Unido, após vencer o Festival da Eurovisão em 2017, com “Amar pelos Dois”.

O cantor está a promover o segundo álbum em nome próprio, “Paris, Lisboa”, lançado em março passado, três anos depois de “Excuse Me”, no qual cruzava referências de uma vida, do jazz de Chet Baker aos clássicos brasileiros de Dorival Caymmi.

No disco, Salvador canta em português, inglês, espanhol e, pela primeira vez, francês, língua que tem explorado recentemente em concertos nos quais interpretou repertório do cantor belga Jacques Brel.

Ainda no primeiro semestre deste ano, estão previstos mais dois concertos, das fadistas Sara Correia, a 18 de abril, e Lina, a 2 de maio, ambos na igreja Union Chapel.

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