No início da semana, começaram a circular os vídeos e publicações com os testes feitos ao Galaxy Fold, apresentado em fevereiro. Entretanto, têm surgido casos de problemas com o smartphone, que indicam problemas com o ecrã do smartphone – o site norte-americano The Verge é um dos exemplos. O jornalista Dieter Bohn deu conta de uma marca no ecrã no smartphone, na área onde se dobra. O Twitter também sido utilizado por outros jornalistas da área para relatar a sua experiência com o smartphone.

A marca sul-coreana já reagiu a esta situação, referindo em comunicado que “vai analisar as unidades em pessoa e determinar o que poderá ter causado a situação”. Além disso, a Samsung acrescenta também que existe uma película no smartphone que não é suposto remover.

“Algumas pessoas disseram que removeram uma das camadas do ecrã, o que terá causado danos ao ecrã. O ecrã principal do Galaxy Fold tem uma camada protetora, que faz parte da estrutura do ecrã, feita para proteger o display de riscos acidentais. Retirar a película protetora ou colocar adesivos no ecrã principal pode causar danos”, explica a marca, no mesmo comunicado. “Vamos garantir que a informação sobre isso é comunicada de forma clara aos nossos clientes”, foi também dito.

Esta quarta-feira, foi também notícia que as pré-vendas do smartphone estariam esgotadas nos Estados Unidos – apesar do preço elevado do Fold (1980 dólares nos Estados Unidos). Apesar de não indicar quantas unidades foram vendidas para esta “elevada procura”, a Samsung estará a planear a produção de um milhão de unidades do Fold, cita a Reuters.

A mesma fonte refere que a fabricante sul-coreana não estará a planear alterações à data de chegada do Fold ao mercado, apesar destes relatos de incidentes com o smartphone.

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