O documento considera que a operação também se enquadra no processo de alienação de ativos não nucleares e que a venda é conduzida pela Puaça Administração e Gestão, uma sociedade portuguesa na qual a Sonangol detém a totalidade do seu capital social e que é a entidade responsável pela gestão dos referidos imóveis.

Os imóveis envolvidos são o edifício localizado na Avenida da República, 5 a 7, em Lisboa, e o imóvel do antigo Convento de Brancanes, em Setúbal.

A Sonangol adianta ainda que, no ano passado, concluiu a venda de um outro imóvel, o “Convento das Mónicas”, e neste momento tem em conclusão o processo de venda da Quinta do Lazareto do Porto Brandão, em Almada.

A venda do edifício de Lisboa foi inicialmente noticiada na quarta-feira pelo português “Jornal de Negócios”, numa matéria que revelava contornos do negócio que dão como certo que a petrolífera estatal recebe propostas em carta fechada pelo edifício, com previsão da assinatura do contrato promessa de compra e venda até 15 de Setembro e a escritura definitiva realizada até 31 de Dezembro.

De acordo com a publicação, o edifício foi comprado em 2009 pela Sonangol, através de uma empresa, por um valor de 38,5 milhões de euros. Anteriormente, a construção do edifício esteve a cargo da Augusta Sociedade de Construções.

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