No encontro, que decorreu sob o lema “Confrontando o Futuro”, Orlando Domingos apresentou o programa do Festival Internacional de Teatro para a Infância e a Juventude (Festij), evento que se realiza anualmente, em Luanda, entre Setembro e Outubro, em parceria com a Alliance Française e o Goethe Institut de Angola.

O facto despertou a curiosidade e o interesse de muitas companhias e centros nacionais que manifestaram disponibilidade de desenvolvimento de parcerias, trabalhos conjuntos e participações recíprocas em festivais, como é o caso da plataforma ibero-americana de teatro para a infância e a juventude (Argentina, Brasil, Chile e Espanha), a Assitej – Bélgica, a Assitej – França e Companhias de Teatro Infanto-Juvenis da Dinamarca, Austrália e Singapura. O inconveniente ou factor de estrangulamento para a efetivação deste desiderato é o facto do teatro e das companhias angolanas não serem profissionais.

O presidente da Assitej – Angola frisou que o centro que dirige tem a situação associativa regularizada com as quotas pagas até 2020 e deve participar e exercer todos os direitos que lhe são inerentes no próximo congresso na cidade de Tóquio, “o que não acontece com um número considerável de países africanos que terão as participações suspensas, sem direito a votos no congresso.”

Publicidade