Segundo a organização do FESTin, os galardões foram anunciados na noite de quarta-feira numa cerimónia no Cinema São Jorge, em Lisboa, e a obra de Joana Mariani foi escolhida por um júri composto pela realizadora Margarida Leitão, o gestor cultural Bernardo Vilhena e o embaixador Lauro Moreira.

O júri atribuiu ainda o prémio de Melhor Realizador a Aly Muritiba (“Ferrugem”), de Melhor Ator a Daniel Oliveira (“Aos teus Olhos”) e de Melhor Atriz a Tifanny Dopke (“Ferrugem”).

O trabalho de Aly Muritiba conquistou também o Júri da Crítica, composto por Duarte Mata, Rui Alves de Sousa e Samuel Andrade, que escolheu “Ferrugem” como o melhor, atribuindo ainda a Menção Honrosa a “Boni Bonita”, de Daniel Barosa.

De acordo com a organização, o preferido do público foi “Unicórnio”.

O júri atribuiu ainda o galardão de Melhor Documentário à obra “Lusófonas”, de Carolina Paiva, uma Menção Honrosa para Documentário a “Início do Fim”, de Francisco Júnior Gonçalves, o Melhor Documentário Júri Popular foi atribuído a “O Pequeno Escritor”, de Júlio Silva, a Melhor Curta-Metragem foi para “Viagem de Icaro”, de Kaco Olimpio e Larissa Fernandes, e a Menção Honrosa de Curta-Metragem foi atribuída a “Grito”, de Luiz Cassol.

Foram ainda atribuídas distinções para Melhor Curta-Metragem Júri Popular a “Mambo”, de Nuno Barreto, e o Prémio Festinha para Melhor Filme Infantil foi entregue à obra “A Zeropeia”, de Rodrigo Guimarães.

Dos 45 filmes programados neste festival, a maioria era de produção brasileira, incluindo todos os seis eleitos da competição de longas-metragens.

O festival FESTin, feito apenas de filmes em língua portuguesa e que decorreu em várias salas de Lisboa, cumpriu entre 15 e 22 de maio a 10.ª edição.

No total das edições anteriores, o FESTin contou com mais de 200 convidados e 40 mil espetadores.

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