“O apoio resulta do memorando de entendimento com Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME), que prevê a utilização do centros de apoio aos empresários de Maputo e de Pemba para formação, informação e assistência a pequenas e médias empresas moçambicanas”, lê-se numa nota distribuída hoje à imprensa.

O valor vai servir para a reabilitação do centro, bem como para o apetrechamento em equipamento informático e material de escritório daquela entidade localizada na capital provincial de Cabo Delgado.

A Total lidera o Projeto Mozambique LNG, o primeiro empreendimento de gás natural liquefeito em terra a explorar as reservas da bacia do Rovuma, no norte do país, arrancando em 2024 com dois módulos de liquefação e com uma capacidade nominal de 12,88 milhões de toneladas por ano.

O projeto espera adjudicar contratos de cerca de 2,5 mil milhões de dólares americanos a empresas de capitais moçambicanos ou registadas em Moçambique durante o período de construção de cinco anos, segundo a petrolífera.

A petrolífera francesa encabeça o consórcio com 26,5%, ao lado da japonesa Mitsui (20%) e da petrolífera estatal moçambicana ENH (15%), cabendo participações menores à indiana ONGC (10%) e à sua participada Beas (10%), à Bharat Petro Resources (10%), e à tailandesa PTTEP (8,5%).

Os projetos de gás natural devem entrar em produção dentro de aproximadamente cinco anos e colocar a economia do país a crescer mais de 10% anualmente, segundo o Fundo Monetário Internacional e outras entidades.

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