António Pinto deixou a prisão durante a tarde de segunda-feira, na sequência de um pedido submetido na sexta-feira perante o juiz da causa, Rui Dauane.

Além do ex-presidente da LAM, Mia Temporário, gestora da empresa responsável pela edição da revista de bordo da LAM e também arguida, também deixou a prisão na tarde de segunda-feira.

Os advogados dos dois arguidos, acusados de desvio de dinheiro, alegaram no tribunal que os seus constituintes sofrem de problemas de saúde que justificam que sejam julgados em liberdade.

O julgamento deste caso estava marcado para sexta-feira, mas o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo adiou, a pedido do advogado de um terceiro arguido, Hélder Fumo, ex-administrador financeiro da LAM, que, no entanto, responde em liberdade após o pagamento de caução.

A justiça moçambicana acusa o antigo presidente da LAM, António Pinto, o ex-diretor financeiro da transportadora, Hélder Fumo, e a gestora da entidade que gere a revista de bordo da empresa, Mia Temporário, de desvio de 50 milhões de meticais (cerca de 718.000 euros).

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